A disputa sobre as estrelas nos escudos de seleções voltou a ganhar relevância com a Copa do Mundo de 2026. O Egito teve de retirar estrelas que faziam referência a conquistas da Copa Africana de Nações, após orientação da Fifa. A entidade entende que apenas títulos mundiais reconhecidos oficialmente podem ser marcados por estrelas.
A diferença de tratamento entre Egito e Uruguai reacende o debate histórico. Enquanto o Egito perdeu símbolos continentais, o Uruguai mantém quatro estrelas por conta de títulos olímpicos de 1924 e 1928, reconhecidos pela Fifa como equivalentes aos Mundiais na era pré-Copa. A prática segue em vigor.
O contexto envolve decisões da Fifa sobre reconhecimento de títulos e padrões de símbolos nos uniformes das seleções. O Uruguai mantém as quatro estrelas, mesmo com apenas duas Copas, sob um entendimento histórico da entidade sobre os torneios olímpicos.
Quanto ao Uruguai na Copa do Mundo de 2026, a seleção estreia nesta segunda-feira contra a Arábia Saudita, em Miami. O combate marca a busca do país pelo terceiro título mundial, apoiado pela tradição olímpica que sustenta as estrelas no escudo.
Resumo: o Egito removeu estrelas associadas a títulos continentais por exigência da Fifa, enquanto o Uruguai continua com quatro símbolos graças ao reconhecimento histórico dos títulos olímpicos como equivalentes a Mundiais. A diferença decorre de políticas e interpretações da entidade máxima do futebol.
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