A Fifa informou não ter encontrado irregularidade no suposto gesto de supremacia branca feito pelo árbitro de vídeo australiano Shaun Evans durante a partida entre Alemanha e Curaçáo, válida pela primeira rodada do Grupo E da Copa do Mundo, no último domingo, 14. O caso ganhou repercussão após imagens mostrarem Evans com o sinal de três dedos e um círculo com o polegar e o indicador.
Segundo a nota do Comitê Disciplinar Independente da Fifa, não houve evidências de violações do Código Disciplinar da entidade no caso envolvendo o “VAR” assistente Shaun Evans. A conclusão foi alcançada após análise detalhada das imagens da partida.
O árbitro Evans negou ter feito qualquer símbolo com a mão e classificou o episódio como um espasmo involuntário, sem intenção de comunicar mensagem, aliança ou crença. Ele afirmou ter repetido o movimento enquanto segurava uma caneta entre os dedos.
A imagem gerou interpretações de que o gesto faria referência ao termo White Power. A cena ocorreu durante a apresentação da equipe de VAR do duelo, que abriu o grupo em que a Alemanha disputou seus primeiros minutos da Copa.
Este é o segundo Mundial em que Evans atua como árbitro de vídeo, sendo a primeira participação dele em 2022, no Catar, quando também atuou na função. A Fifa não informou novas medidas disciplinares neste caso.
A cobertura do Terra Esportes segue esclarecendo desdobramentos e posicionamentos oficiais sobre o tema, sem atribuir juízos de valor ou opiniões ao público.
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