A França chega à Copa do Mundo de 2026 entre favoritismo e turbulência nos bastidores. Com astros como Mbappé e Dembélé, o time encara a expectativa de título e os dilemas que marcaram a preparação.
Nos bastidores, desentendimentos envolvendo jogadores e a federação e disputas internas ganharam destaque, limitando o clima de tandem entre elenco e comando da seleção.
A estreia está marcada para 16 de junho, contra o Senegal, no Grupo I. Mesmo com a força do elenco, os transtornos de bastidores chamam a atenção antes do início do torneio.
Distribuição de ingressos
Uma das primeiras divergências envolveu a quantidade de ingressos para familiares e convidados. A federação propôs duas cortesias por jogador e mais seis à venda, totalizando oito entradas. O elenco viu o número como insuficiente e segue negociando.
As conversas entre jogadores e a presidência da federação continuam, visando regras mais enumeradas para a participação de pessoas próximas durante a Copa. O impasse reflete tensões que atravessam a preparação.
Uso de imagem em campanha de apostas
Segundo o jornal L’Équipe, alguns jogadores ficaram incomodados ao saber que imagens de uma sessão com patrocinadores da FFF foram usadas em campanha de uma casa de apostas. Entre os citados estão Mbappé, Dembélé, Olise, Cherki e Doué.
Os atletas teriam participado de fotos destinadas aos patrocinadores, mas o material foi veiculado pela empresa de apostas sem comunicação prévia sobre o uso. A situação reacende debates sobre patrocínios com casas de apostas.
Premiação e negociação
A premiação proposta pela federação para a Copa gerou um novo ponto de atrito, com valores inferiores aos pagos após o vice-campeonato de 2022. Os jogadores apresentaram contraproposta e seguem as conversas com a FFF.
O presidente Philippe Diallo afirmou que as negociações são conduzidas de forma conjunta e que existe interesse em resolver rapidamente. A federação analisa a proposta apresentada pelos atletas.
A seleção francesa segue focada no torneio. Integrante do Grupo I, ela enfrentará Senegal, Noruega e Iraque, buscando o título sem deixar de lado os desafios internos.
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