Após o empate por 2 a 2 com a Nova Zelândia na estreia da Copa do Mundo, o técnico do Irã, Amir Ghalenoei, criticou a logística imposta à seleção. O time iraniano volta ao território estadunidense antes de cada jogo, com partidas realizadas nos EUA.
A delegação iniciou a preparação em Tucson, no Arizona, mas a sede foi alterada por questões relacionadas ao conflito entre Irã e EUA. Um acordo para o fim do conflito, com assinatura prevista para sexta-feira, também é citado como contexto.
Para o confronto com a Nova Zelândia, disputado em Los Angeles, o Irã chegou à cidade na noite de domingo e seguiu viagem para o México após a partida, conforme o programa de jogos e deslocamentos.
Na avaliação de Ghalenoei, a organização do evento afetou o planejamento da equipe. O técnico afirmou que deveria ter chegado a Los Angeles com antecedência, mas o ajuste não foi autorizado, sem explicação clara.
O duelo em Los Angeles terminou empatado, com gols de Elijah Just para a Nova Zelândia e gols do Irã frutos de um desempenho ofensivo intenso. O Irã buscará manter a string de aperfeiçoamento defensivo em jogos futuros.
Sobre a torcida, a presença iraniana no estádio contou com manifestações diversas, incluindo bandeiras políticas. O autor do segundo gol iraniano reconheceu que a celebração teve caráter político, citando o ambiente conflituoso no estádio.
Logística, torcida e próximos passos
Cerca de 70 mil pessoas assistiram ao jogo no estádio, com grande participação de torcedores iranianos, conforme relatos do técnico. A delegação informou que continuará avaliando ajustes na defesa para reduzir falhas em oportunidades adversárias.
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