Durante a Copa do Mundo, o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, teria criticado o formato ampliado para 48 seleções, afirmando que várias partidas ficaram desinteressantes. A declaração é atribuída por um portal esloveno.
A repercussão atingiu federações que se beneficiaram com a expansão promovida pela FIFA. Cabo Verde, Congo, Curaçao, Haiti, Jordânia e Uzbequistão divulgaram uma nota conjunta, apoiada por diversas associações africanas.
Curaçao, com cerca de 160 mil habitantes, garantiu presença inédita no Mundial, tornando-se a menor nação a disputar a competição. Haiti e Jordânia também ganharam destaque pela ampliação de vagas por continente.
Impacto e reação
As federações ressaltaram que a ampliação vai além do esporte. O documento afirma que a participação impulsiona o desenvolvimento do futebol local e inspira novas gerações, fortalecendo a imagem mundial das seleções.
Segundo o texto conjunto, o esporte não pertence a um grupo restrito; a força do futebol está na sua universalidade. A nota reforça a importância histórica e social de levar mais países ao torneio.
A discussão sobre o formato ampliado segue em pauta, com debates sobre impactos esportivos, econômicos e sociais. Enquanto alguns membros celebram o acesso, outros questionam a qualidade das partidas em certas fases.
Mesmo com críticas, as seleções estreantes continuam a escrever capítulos relevantes no palco mundial, mantendo a curiosidade sobre como o modelo atual influenciará o futuro do futebol global.
Entre na conversa da comunidade