A Espanha e Cabo Verde empataram em 0 a 0 na estreia de ambas as seleções na Copa do Mundo de 2026. O resultado chamou atenção pelo equilíbrio em campo, mesmo com diferenças expressivas fora dele, especialmente nos salários dos jogadores.
Enquanto os espanhóis atuam em clubes de ponta europeus, os cabo-verdianos chegam com vencimentos bem mais modestos. A soma dos salários dos titulares da Espanha no jogo não chega a 2,5 milhões de reais, índice muito abaixo dos salários mensais de algumas estrelas espanholas.
Comparação salarial por posição
- Goleiro: Unai Simón R$ 4,1 milhões; Vozinha R$ 50 mil
- Defensores: Marcos Llorente R$ 4,1 milhões; Dinei Borges R$ 150 mil
Pau Cubarsí R$ 2 milhões; Roberto Lopes R$ 40 mil
Aymeric Laporte R$ 5,1 milhões; Sidney Cabral R$ 140 mil
Cucurella R$ 5,15 milhões; Steven Moreira R$ 350 mil
- Meio-campo: Rodri R$ 6,5 milhões; Kevin Pina R$ 500 mil
Fabián Ruiz R$ 3,1 milhões; Jamiro Monteiro R$ 480 mil
Pedri R$ 6,1 milhões; Laros Duarte R$ 160 mil
- Ataque: Ferran Torres R$ 4,9 milhões; Giovanni Cabral R$ 235 mil
Gavi R$ 4,6 milhões; Daylon Livramento R$ 235 mil
Oyarzabal R$ 3 milhões; Ryan Mendes R$ 120 mil
A reportagem destaca que Lamine Yamal, principal astro espanhol, recebe cerca de R$ 16 milhões mensais no Barcelona, valor não considerado no total dos titulares contra Cabo Verde. A diferença entre os elencos evidencia a disparidade econômica entre clubes europeus de alto nível e equipes de seleções com menos recursos.
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