Aymen Hussein marcou o primeiro gol do Iraque na Copa do Mundo de 2026, na vitória por 2 a 1 sobre a Bolívia, pela repescagem. A classificação encerrou um jejum de 40 anos do país no Mundial.
O atacante, é considerado herói nacional e figura entre os 5 maiores artilheiros da seleção, com 35 gols em sua história. Ele chegou à Copa com a expectativa de protagonismo.
Antes de estrear, Hussein foi interrogado por sete horas pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA ao chegar a Chicago. Segundo uma fonte, o celular do jogador também foi inspecionado.
Trajetória marcada por tragédias
A vida do jogador é marcada por perdas fora de campo. O pai, oficial do exército iraquiano, foi morto pela Al Qaeda em 2008, quando Hussein era jovem.
O irmão dele, policial, está desaparecido desde 2014 após ser sequestrado pelo ISIS; buscas continuam sem resultado. A família teve impactos diretos no contexto de conflito na região.
Aos 30 anos, Hussein atua pelo Al-Karma e construiu a carreira majoritariamente no futebol asiático, passando por clubes do Iraque, do Qatar, dos Emirados Árabes, além de experiências na África, com Raja Casablanca e Sfaxien.
Informações fornecidas por reportagens publicadas em 06/06/2026 e 16/06/2026. Credita-se às fontes para dados sobre o interrogatório e a trajetória do jogador.
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