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Douglas Santos: orando por Neymar; Seleção não depende de Pelé

Brasil enfrenta tensão pela ausência de Neymar, com evidência de dependência do elenco e necessidade de ajustes para a Copa diante da convocação contundida

Pelé ganhou três vezes a Copa do Mundo. Foi o melhor de todos os tempos. 'Quando ele machucou, nos juntamos e fomos à luta', relembra Edu
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A reportagem chega direto de New Jersey, nos Estados Unidos, sobre a situação da seleção brasileira. Neymar sofreu um estiramento na panturrilha direita e está afastado dos treinos com o grupo. A equipe atua nesta fase em preparação para jogos visando a Copa, com foco na recuperação do jogador.

Douglas Santos, lateral-esquerdo do Zenit, falou de forma objetiva sobre o momento vivido pela equipe. Ele ressaltou que a brasileira está acompanhando o caso com atenção e que há apoio emocional para Neymar durante o período de recuperação. O grupo mantém a fé como parte do processo de tratamento.

Além disso, o clube técnico informou que Neymar não treinou nesta quinta-feira. O treinador Carlo Ancelotti autorizou a visita de familiares à concentração, numa prática que visa manter o ambiente estável. A próxima partida diante do Haiti, marcada para sexta, não contará com a presença do camisa 10.

Dependência sob o radar

Edu, ex-jogador e hoje comentarista, destacou que a seleção atravessa um momento de grande dependência de Neymar. Segundo ele, a equipe não pode colocar todo o peso no atleta, lembrando episódios históricos em que Pelé brilhou com apoio de companheiros, sem que a pressão recaísse apenas nele.

O comentarista relembrou o período da Copa de 1966, quando a seleção enfrentou dificuldades e precisou lutar mesmo sem o pleno condicionamento de Pelé. Para Edu, o time precisa ter personalidade e responsabilidade individual, sem transferir a cobrança toda para Neymar.

Ao longo das suas falas, Edu reforçou a ideia de que a responsabilidade por momentos decisivos deve ser compartilhada, evitando que a carreira do jogador seja tratada como único caminho para o sucesso da equipe. Ele manteve o tom crítico a respeito da percepção pública atual sobre o papel de Neymar.

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