O RD Congo entrará na Copa do Mundo com apoio limitado de torcedores presentes nos Estados Unidos. O torcedor Michel Nkuka Mboladinga, conhecido por seu ritual diante da torcida na Copa Africana, teve visto negado para os EUA e não fará parte da delegação no país. Ele ficará fora da estreia em solo norte-americano, programada para o duelo de abertura contra Portugal, em Houston.
A gestão da seleção informou que Mboladinga só poderá acompanhar o segundo jogo, no México, contra a Colômbia. A tentativa de mantê-lo na comitiva refletiu desejo de reconhecimento aos torcedores impedidos de viajar por questões de visto.
Antes da partida, a equipe terá pouco apoio na arquibancada norte-americana, limitado a imigrantes que já residem nos EUA. Vistos concedidos aos congoleses ficam aquém do esperado para um jogo tão importante.
No plantel, a maioria dos atletas atua na Europa: apenas seis jogadores nasceram no território congolês, enquanto 20 nasceram na França, Bélgica, Inglaterra e Suíça. O preparo da equipe fica marcado pela presença de muitos estrangeiros atuando em ligas de destaque.
A estreia, nesta quarta, em Houston, coloca o Congo frente a Portugal, favorito já creditado para o título. A estratégia será neutralizar pontos fortes do adversário, especialmente no ataque, com a defesa buscando respostas rápidas.
Entre os concorrentes, Bakambu, atacante do Betis, e Tuanzebe, zagueiro do Burnley, destacam o orgulho pela participação histórica. A dupla ressaltou a dimensão do momento para o país e a esperança de manter a competitividade ao longo da competição.
Wissa, do Newcastle, reforçou o sentimento de evolução da seleção neste ciclo. O elenco celebra a passagem pela repescagem e afirma que o Congo pode seguir avançando contra equipes de alto nível, mantendo o foco no desempenho em campo.
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