Kalidou Koulibaly, capitão da seleção de Senegal, criticou as restrições de entrada de senegaleses nos Estados Unidos, impostas pelo governo norte-americano. Torcedores foram impedidos de acompanhar a Copa do Mundo no MetLife Stadium, em Nova Jersey, onde a equipe perdeu para a França por 3 a 1.
A crítica envolve a forma como o decreto afeta a presença do público senegalês nos jogos. No último confronto, mais de 80 mil pessoas estiveram no estádio, mas a maioria era francesa ou de outras nacionalidades com regras mais brandas. Poucos senegaleses foram identificados nas arquibancadas.
O jogo teve dois gols de Mbappé, um de Barcola e um de Mbaye, que descontou para Senegal. A seleção volta a campo na segunda-feira, contra a Noruega, às 21h (horário de Brasília), pelo Grupo I da Copa do Mundo, também no MetLife Stadium.
Restrições e ausências nas arquibancadas
O decreto de restrições à entrada de senegaleses nos Estados Unidos foi assinado por Donald Trump em dezembro. A norma estabelece limitações rígidas que impactam a presença de torcedores. Jogadores, comissão técnica e alguns familiares foram exceções.
O efeito foi sentido no duelo de ontem, com boa presença de torcedores franceses. Mesmo com o placar desfavorável, a equipe senegalesa manteve o ritmo no primeiro tempo, mas não conseguiu abrir o placar. A França aproveitou o momento na etapa final.
Próximo jogo
A seleção senegalesa disputa a segunda rodada do Grupo I diante da Noruega. O confronto ocorre no mesmo palco, o MetLife Stadium, às 21h (horário de Brasília). A equipe busca a reviravolta no grupo e seguir vivo na competição.
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