Cristiano Ronaldo e Lionel Messi continuam mantendo alta performance perto dos 40 anos, sinal de longevidade inédita no futebol de elite. O momento ocorre durante a Copa do Mundo de 2026, quando ambos aparecem entre os veteranos do torneio, desafiando a idade com preparo físico acima da média.
Ronaldo joga aos 41 anos e Messi, prestes a completar 39, em competições com o interesse de fãs e especialistas. O veterano croata Luka Modrić, também com 40, figura entre as referências da geração mais experiente que ainda atua em alto nível.
A análise médica aponta três pilares para sustentar esse desempenho: genética, disciplina de rotina e avanços da traumatologia desportiva. Médicos destacam que a combinação de herança genética e cuidados contínuos é crucial para a manutenção da mecânica de jogo.
Genética, recuperação e limites
Especialistas destacam que a capacidade de atuar em idade avançada ainda é rara no esporte. A presença de craques no cenário mundial não muda a idade média das equipes, mas inspira atletas a manterem atividade física consistente.
O professor Bruno Gualano, da USP, ressalta que a genética tem papel relevante na performance de jogadores com físico privilegiado, influenciando a recuperação muscular após treinos intensos. Mesmo assim, a rotina de cada pessoa determina os resultados.
Outro ponto é a cautela entre científicos: não há gene único comprovado que garanta vitalidade celular prolongada. A literatura atual não estabelece relação causal definitiva entre herança e longevidade esportiva.
Treinamento e prevenção
Especialistas enfatizam que o sucesso depende também de nutrição rigorosa e fisioterapia preventiva. O acompanhamento de saúde e as técnicas modernas ajudam a evitar desgaste precoce de articulações, permitindo continuidade competitiva.
Com esse conjunto de fatores, Ronaldo, Messi e outros veteranos demonstram como autocuidado e planejamento estratégico de carreira podem moldar trajetórias de alto desempenho mesmo além dos 35 anos.
Entre na conversa da comunidade