Lionel Messi é apresentado como mais um escritor da história do futebol, com a bola nos pés em vez de uma caneta. A coluna curva a ideia de que alguns jogadores, como Pelé e Messi, moldam o jogo ao longo das décadas, usando toques, dribles e definições para escrever a narrativa do esporte.
A matéria ressalta que Pelé, Garrincha, Beckenbauer, Cruyff, Maradona, Ronaldo, Zidane, Messi, Cristiano Ronaldo e Mbappé são figuras que vão além de craques: são inventores da arte de jogar bola. Suas ações, como chapéu, domínios, chutes precisos e lances criativos, aparecem como escritos em campo.
Além de destacar as invenções técnicas, o texto cita momentos marcantes criados por esses atletas, como gols de ângulo, cobranças de falta e jogadas de desequilíbrio. A ideia é mostrar como cada jogador contribuiu para a evolução do futebol com estilo próprio.
O artigo também aponta que Messi continua ativo na arena da Copa do Mundo, junto de Mbappé e Cristiano Ronaldo, como parte da narrativa atual do esporte. A imparcialidade é enfatizada pela condição de que estamos testemunhando uma história em tempo real, com registros que podem perdurar.
Por fim, a peça reforça a percepção de que o público é privilegiado ao acompanhar o desenrolar dessa história. A comparação com gerações que viram Pelé é usada para contextualizar o impacto de Messi e de seus contemporâneos na memória dos fãs.
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