A Copa do Mundo de 2026 traz uma geração de nepobabies, filhos de ex-jogadores da seleção que disputou o Mundial de 1994. Na Noruega, três herdeiros entram em campo com chances de marcar presença histórica.
O destaque fica com Erling Haaland, considerado a principal estrela da equipe. É filho de Alf-Inge Haaland, que atuou pela Noruega na edição de 1994, disputada nos Estados Unidos. Ao lado dele atuam Kristian Thorstvedt e Alexander Sørloth, filhos de Erik Thorstvedt e Gøran Sørloth, respectivamente.
A Noruega estreou na Copa com vitória de 4 a 1 sobre o Iraque, em 16 de junho. Haaland abriu o placar e anotou dois gols na partida, reforçando a expectativa em torno do desempenho da seleção na competição.
Desempenho recente e contexto
A presença dos nepobabies na equipe norueguesa atraiu atenção de torcedores e especialistas, que acompanham como a herança familiar pode influenciar o ritmo de jogos e a pressão por resultados.
Casos semelhantes no futebol mundial
Outros casos emblemáticos ilustram a tendência: Luca Zidane, goleiro da Argélia, é filho de Zinedine Zidane, ícone da França, enquanto Timothy Weah atua pelos Estados Unidos e é herdeiro de George Weah, vencedor da Bola de Ouro em 1995.
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