Messi estreou na Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira, 16 de junho, no estádio de Kansas City, EUA. O atacante argentino marcou um hat-trick contra a Argélia, alcançando 16 gols em Copas e empatando com o alemão Miroslav Klose na artilharia histórica, em 27 partidas disputadas.
O desempenho de Messi favorece a tendência de apontar quem pode quebrar esse recorde nos próximos jogos da Argentina, com o francês Mbappé também no radar, após marcar 14 gols em Copas anteriores. A competição segue com metas individuais ainda abertas para os próximos confrontos do torneio.
Segundo o técnico argentino Lionel Scaloni, o foco é acompanhar o desempenho de Messi e de outros jogadores da seleção, incluindo Neymar. A ideia é aproveitar as oportunidades que surgirem em campo para evoluir durante a Copa.
Neymar, aos 34 anos, volta a disputar uma Copa com longos períodos de recuperação de lesões. A soma de lesões recentes influencia a preparação do jogador, que não é visto como mantendo o mesmo brilho de seus melhores anos. A expectativa sobre sua participação ainda depende da condição física.
Para o Brasil, a prioridade é manter o ritmo e a preparação para as fases seguintes, independentemente de Neymar ter ou não o mesmo impacto histórico de Messi. A presença de Neymar pode influenciar o planejamento, sobretudo quanto à disponibilidade médica e o tempo de recuperação.
A comparação entre Messi e Neymar permanece frequente na cobertura do Mundial, mas as equipes e os atletas chegam a Copas diferentes de acordo com histórico de lesões e fase na carreira. A data de cada jogo define novas avaliações para ambos.
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