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Tori Penso, primeira árbitra mulher na Copa do Mundo de 2026

Arbitragem feminina faz estreia histórica na Copa do Mundo de 2026, com Tori Penso na liderança de Tchéquia x África do Sul, em Atlanta

Tori Penso, primeira árbitra mulher a apitar na Copa do mundo de 2026
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A árbitra norte-americana Tori Penso será a árbitra principal do jogo entre Tchéquia e África do Sul, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A partida será em Atlanta, EUA, nesta quinta-feira (18), às 13h de Brasília. Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt integram o trio de arbitragem, como assistentes.

A escalação marca avanço da presença feminina em uma função historicamente masculina nas Copas. Em 2022, no Catar, uma equipe de arbitragem de campo inteiramente feminina atuou na Copa do Mundo masculina.

A FIFA divulgou que, para 2026, o quadro contempla 52 árbitros, 88 assistentes e 30 oficiais de vídeo, totalizando 170 profissionais de seis confederações. As seis mulheres somam cerca de 3,5% do grupo.

Tori Penso tem 39 anos e já atua em grande destaque nos EUA e internacionalmente. Ela foi a primeira mulher a apitar uma partida da MLS em 2020 e comandou a final da Copa do Mundo Feminina de 2023 em Sydney.

Kátia Itzel García, 33 anos, será uma das árbitras centrais em 2026. A mexicana já atuou em Jogos Olímpicos e na CONCACAF, além de recebidos prêmios por árbitras. Sua carreira inclui episódios de combate a ataques misóginos.

Tatiana Guzmán, 38, da Nicarágua, compõe o quadro como oficial de vídeo (VAR). Ela já atuou em competições nacionais e em Copas do Mundo Femininas, além de ter sido pioneira no país como oficial de vídeo.

Kathryn Nesbitt, 37, integra o grupo de assistentes de arbitragem. Formada em química, tornou-se a primeira mulher a apitar final de MLS Cup — jogo masculino nos EUA — em 2020.

Brooke Mayo, 37, completa o elenco como assistente de arbitragem. Ela representa a primeira árbitra assistente LGBTQ+ a atuar em uma Copa do Mundo masculina, revelando marco histórico no torneio.

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