Houve uma fase de preparação que moldou o encontro entre EUA e Austrália na Copa do Mundo. Em outubro do ano passado, na estreia amistosa, o triunfo australiano abriu espaço para uma resposta dos Estados Unidos, que empataram com gol de Haji Wright. A reação de Mauricio Pochettino no intervalo ganhou destaque.
O treinador argentino cobrou a intensidade da equipe diante da postura agressiva dos Socceroos, que chegaram a deixar Christian Pulisic fora de combate no primeiro tempo. Wright, por sua vez, deixou o campo com a sensação de que a equipe precisava responder com agressividade.
Brenden Aaronson comentou que a vibração do vestiário mudou após o discurso. Sebastian Berhalter indicou que o espírito americano é o de não recuar diante de adversários fortes. A segunda metade mostrou os EUA elevando o nível e vencendo a partida por três pontos de diferença cumulativa.
Cenário atual e mudanças para a Copa
Agora, quase oito meses depois, EUA e Austrália se reencontram em Seattle, pela Copa do Mundo. A escalação inicial da equipe norte-americana deve sofrer alterações, com poucos remanescentes do amistoso: McKennie, Richards e Freese aparecem como titulares prováveis no elenco do Mundial.
Entre os australianos, houve quatro mudanças desde o amistoso: Souttar, em meio à liderança, o goleiro Beach, o meia Okon-Engstler e o atacante Touré entram na equipe. O abandono de D’Agostino ficou para trás, com Touré ganhando espaço no ataque.
Nos EUA, nomes como Nestor Irankunda e outros atletas que mostraram boa fase na preparação aparecem como pontos de atenção para o jogo, especialmente em contra-ataques. O controle de posse australiana, com 30% contra Turquia, indica uma alternativa tática para os Socceroos que pode se repetir.
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