Antes de enfrentar o Haiti, Carlo Ancelotti não repetiu nenhuma escalação desde a estreia da seleção brasileira. Foram 13 formações diferentes de 2022 até aqui, e hoje, às 21h30, surge a 14ª versão do time que busca o hexa.
No último amistoso, empate de 1 x 1 com o Marrocos, o treinador abriu mão de conceitos trabalhados e promoveu mudanças significativas, como as entradas de Ibañez, Lucas Paquetá e Igor Thiago. O resultado foi uma equipe menos conectada aos seus fortes.
A ideia é retomar uma estrutura mais próxima daquela ensaiada antes da estreia. Matheus Cunha tende a ser referência ofensiva ao lado de Vinicius Júnior, Raphinha e Luiz Henrique. Danilo retorna à lateral direita, enquanto Casemiro deve permanecer ao lado de Bruno Guimarães na proteção da defesa.
Filosofia de jogo e Endrick
Ancelotti afirmou que o time pode atuar com diferentes facetas, defendendo em bloco baixo ou explorando a qualidade dos protagonistas. Não haverá identidade única, segundo o treinador, que busca versatilidade tática para enfrentar variados adversários.
Endrick voltou a ser assunto na coletiva, com cautela sobre o momento adequado para atuar. O técnico ressaltou que o atacante de 19 anos será importante no futuro, mas precisa sentir o peso da camisa aos poucos. A estreia na Copa do Mundo ainda exige preparação mental.
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