Carlos Sainz voltou a cobrar rapidez da Williams para reduzir a diferença para os rivais do pelotão intermediário após o fim de semana difícil em Barcelona. O piloto espanhol destacou a necessidade de evolução constante da equipe para acompanhar as mudanças no regulamento.
A Williams enfrenta um início de temporada abaixo do esperado em 2026. Após sete corridas, o time ocupa a oitava posição no campeonato de construtores, com o FW48 apresentando problemas de equilíbrio em pistas de média e alta velocidade, como evidenciado em Barcelona.
Em Barcelona, Sainz terminou em 12º e reforçou a mensagem sobre a urgência de updates mais eficazes. O espanhol afirmou que as atualizações costumam funcionar, mas não necessariamente reduzem a vantagem em circuitos desafiadores.
Ele apontou que a busca por peso reduzido e maior downforce precisa ocorrer com regularidade, porque as melhorias são rápidas, mas o desempenho do resto da concorrência também evolui. A equipe trabalha para encontrar ganho contínuo a cada corrida.
A prova espanhola expôs novamente as fraquezas do FW48, com curvas rápidas exigindo equilíbrio eficiente. A Williams levou uma asa traseira nova, mas o efeito no desempenho foi limitado, mantendo o desafio de acompanhar o meio do grid.
O chefe da equipe, James Vowles, reconheceu que o atual rendimento está aquém do esperado e sinalizou que a recuperação depende de um processo de desenvolvimento constante ao longo da temporada. O caminho ainda exige etapas progressivas.
Quanto ao futuro de Sainz, circulam rumores sobre possíveis opções além da Williams. A Audi foi citada como possível destino, embora hoje conte com Nico Hülkenberg e Gabriel Bortoleto em planos para 2027, segundo fontes próximas ao tema.
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