Em 2024, os Estados Unidos contratam Mauricio Pochettino para treinar a seleção masculina com financiamento inédito. O colombiano de 54 anos recebeu cerca de US$ 5 milhões nos primeiros sete meses de trabalho, entre setembro de 2024 e março de 2025. O acordo incluiu um bônus de assinatura de US$ 2,5 milhões.
O plano de alto nível foi concebido por executivos da US Soccer, com apoio de financiadores privados. Entre eles estavam o CEO da US Soccer, J.T. Batson, e o diretor esportivo Matt Crocker, que buscaram atrair um técnico de renome mundial para a Copa do Mundo de 2026.
A origem do financiamento envolveu doações filantrópicas e investimentos de patrocinadores. Um grupo de doadores reuniu recursos para cobrir parte do salário, com a participação de um investidor de destaque no mercado financeiro, que já apoiava projetos esportivos na região de Chicago e Miami-Dade.
Bastidores financeiros e objetivos
As negociações contaram com a participação de um investidor externo, que acreditava no impacto de um treinador de elite na popularização do esporte entre jovens. O acordo previa que a maior parte do pagamento fosse financiada por doações, mantendo a US Soccer responsável pelo fluxo de recursos.
Pochettino chegou após negociações iniciadas em Barcelona, em julho de 2024, com a equipe avalizando a contratação ao longo de agosto. O objetivo era criar uma base esportiva que sustentasse a evolução da seleção até a Copa do Mundo de 2026.
Desempenho e contexto esportivo
Desde a sua chegada, o técnico argentino enfrentou um início desafiador, com derrotas e ajustes táticos. Com o tempo, a equipe mostrou avanços, principalmente com a formação de jogadores jovens que passaram a ganhar protagonismo.
Na primeira participação da Copa do Mundo de 2026, os EUA derrotaram o Paraguai por 4 a 1 na estreia. A equipe agora encara a Austrália, no Grupo D, buscando consolidar a campanha no torneio que ocorre em 2026.
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