Um telão ilumina o mercado de Nuseirat, na Faixa de Gaza, enquanto a cidade enfrenta apagões frequentes. A Copa do Mundo de 2026 atrai torcedores palestinos, em meio a ruínas e escassez de eletricidade.
Dezenas de homens e jovens acompanham Bélgica x Egito pelas ruas desprovidas de energia estável. Em Gaza, o confronto desperta o anseio por ver o ídolo Mohamed Salah em campo.
Cafés improvisados sob lonas de acampamentos transmitem jogos com geradores obsoletos. Estabelecimentos do tipo, que exibiam partidas em 2022, foram destruídos na recente guerra.
Telão no campo de refugiados
Um telão montado no campo de refugiados de Nuseirat concentra a atenção ao jogo. Mesmo com quedas de energia, a tela oferece luz e reúne torcedores ao fim da tarde.
Cena nas ruas de Gaza
O clima de Copa se espalha pelo bairro de Nuseirat, que fica no centro da Faixa de Gaza. Sorrisos aparecem entre ruínas, resultado de mais de dois anos de conflito.
Ligas locais e perspectivas
A Federação Palestina de Futebol observa que a torcida busca momentos de alegria para aliviar as preocupações. Presidentes de associações não conseguiram vistos para a Copa nos Estados Unidos e Canadá.
Feiras, cafés e dificuldades
Vários cafés surgem com estruturas simples para transmitir as partidas. Os geradores costumam falhar, e fios expõem a precariedade elétrica em Gaza.
História recente e memórias
Locais que antes recebiam torcedores, como o café Istambul, foram destruídos na guerra. Proprietários reconstroem a atmosfera de anos anteriores, resistindo à miséria atual.
Voz de quem vive a crise
Marouane al-Cheikh, 30, que vive em uma tenda, recorda as partidas de 2022 em diversos cafés. Hoje ele diz que a experiência é menos festiva e mais marcada pela dificuldade cotidiana.
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