A Fifa adotou a chamada Lei Vini Jr., permitindo expulsão direta de qualquer jogador que cubra a boca ao falar com um adversário em situação de confronto. A medida, aprovada pela IFAB, foi usada pela primeira vez em uma Copa do Mundo.
A regra vale como punição imediata quando há cobertura da boca durante a conversa com o rival. A expulsão direto pode ocorrer a critério da organização da competição, conforme diretrizes anunciadas pela Fifa.
A aplicação ocorreu no jogo entre Paraguai e Turquia, nos acréscimos do primeiro tempo. Miguel Almirón cobriu a boca para falar com Mert Muldur e recebeu cartão vermelho após revisão no VAR.
A mudança foi discutida após um caso na Liga dos Campeões envolvendo Vinicius Júnior. O argentino Gianluca Prestianni, do Benfica, foi acusado de ter senhoras palavras racistas contra o atacante brasileiro.
Prestianni, segundo a leitura inicial, não teria dirigido insultos racistas, mas recebeu punição da UEFA por falas homofóbicas contra Vinícius. O episódio foi citado como marco para endurecer as medidas contra discriminação.
A atuação de Vinicius Júnior gerou respostas de diferentes lados. O atacante brasileiro reiterou que atitudes racistas são inaceitáveis, mesmo sem detalhar ações de terceiros.
O Benfica divulgou apoio à versão apresentada pelo jogador Prestianni, enfatizando seu histórico de conduta correta. O clube também negou campanhas difamatórias contra o atleta.
Outras figuras do futebolCHR manifestaram-se sobre o tema, destacando a necessidade de coibir insultos e manter o respeito em campo. A discussão envolve atletas, clubes e comissões técnicas.
A medida da Lei Vini Jr. busca tornar o ambiente das partidas mais seguro, com foco na devida responsabilização de atos discriminatórios durante o jogo. A Copa do Mundo permanece sob observação das autoridades responsáveis.
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