Durante a Copa do Mundo, a seleção brasileira adotou mudanças táticas nos laterais para remontar o time no duelo contra o Haiti. Ancelotti tentou manter o desenho 4-4-2, que se transforma em ataque em 3-2-5, com Ibáñez como lateral-direito, mas o plano não vingou.
A solução apareceu ao inverter os papéis: Douglas Santos atuou pela esquerda com liberdade ofensiva, enquanto Danilo recuou para a construção com os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães.
O treinador explicou que a ideia era deixar Danilo mais recuado e liberar Vinícius para o interior, com Raphinha e Rayan ajustando pela direita. A mudança teve efeito maior no primeiro tempo.
No fim, o objetivo de ampliar o campo foi observado apenas parcialmente, já que o rendimento diminuiu na segunda metade. Douglas Santos apresentou números expressivos entre os primeiros jogos da competição.
A estratégia visava explorar a largura do campo e abrir espaços na defesa adversária ao manter ponta pela direita e lateral pela esquerda, com o espaço entre linhas estimado em 12 a 15 metros.
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