O Brasil enfrentou a França em 21 de junho de 1986, na Copa do Mundo de México, em Guadalajara. O confronto das quartas de final ficou marcado pela intensidade e pelo alto nível técnico, disputado sob calor intenso e altitude. Pelé descreveu o duelo como o “jogo do século”.
A seleção brasileira, dirigida por Telê Santana, reuniu talentos como Sócrates, Zico, Júnior e Careca. A França, com o histórico Quadrado Mágico formado por Platini, Giresse, Tigana e Fernández, também apresentava alto nível e chegou às quartas invicta. O jogo abriu com vantagem brasileira, repetindo a tradição ofensiva da época.
No lance decisivo da partida, o Brasil teve pênalti defendido por Joël Bats após boa jogada de Zico; a decisão seguiu para a prorrogação e depois para os pênsaltos, com a França avançando. Anos mais tarde, Pelé lembrou a intensidade da disputa, que muitos consideram ter sido a verdadeira final daquele Mundial.
Legado do confronto
O duelo ficou na memória como referência de intensidade e qualidade técnica, consolidando o status de Platini e o restante do elenco francês, ao lado do Brasil de Telê Santana, entre as maiores gerações do futebol. A partida também reforçou o peso histórico do duelo Brasil x França em Copas do Mundo.
Olhar para os próximos confrontos
A seleção brasileira volta a campo na quarta-feira, diante da Escócia, às 19h (horário de Brasília). A França tem partida marcada para segunda-feira contra o Iraque, às 18h. As equipes seguem na busca por novas fontes de artilharia e equilíbrio defensivo.
Entre na conversa da comunidade