A Copa do Mundo de 2026 alcançou 100 gols no 33º jogo, tornando-se a edição mais rápida a chegar a esse número desde 1958. A marca foi registrada na vitória da Holanda por 5 a 1 sobre a Suécia, com Cody Gakpo marcando o gol da centena.
O torneio, coorganizado pelos EUA, México e Canadá, tem média de 3,09 gols por jogo e caminha para superar 300 gols. A farra de gols começou já na partida de abertura quando Julián Quiñones abriu o placar pela seleção do México contra a África do Sul.
A competição ampliada, com 48 seleções, é apontada como um dos motivos para o aumento de gols. Selectas com menos tradição enfrentam equipes de topo com mais frequência, o que pode influenciar o equilíbrio das partidas e os placares.
Outra hipótese discutida é o desempenho de goleiros diante da nova bola Adidas Trionda, associada a trajetórias imprevisíveis. Gols de distância superior a 20 metros foram observados em várias partidas na fase inicial.
Além disso, o calendário estendido traz intervalos entre partidas maiores, o que permite recuperação das equipes e, em alguns casos, ajustes táticos eficazes. Países com boa preparação conseguiram manter o ritmo ofensivo desde o começo.
O calor da região, típico de abertura no verão norte-americano, também é citado como possível fator de desgaste que favorece defesas vulneráveis e finalizações rápidas. Dados preliminares apontam uma concentração de gols nos minutos finais.
Entre os destaques individuais, grandes estrelas apareceram desde as primeiras rodadas. Lionel Messi, Kylian Mbappé, Vinicius Jr e Erling Haaland já marcaram gols em várias partidas, sinalizando alto nível de atuação desde o início do torneio.
Essa combinação de formato, preparação de ataques e alterações no equipamento mantém o tema sob análise constante, com especialistas observando se o ritmo continuará à medida que a competição avança.
Entre na conversa da comunidade