O que aconteceu: a seleção dos Estados Unidos avança na Copa com apoio de um assistente digital de última geração que analisa o jogo em tempo real, orientando decisões dentro de campo sob o comando de Mauricio Pochettino.
Quem envolve: além do técnico argentino, o grupo usa a plataforma Sportian Performance, criada pela Globant, empresa argentina que trabalha com IA para mapeamento de partidas e dados biométricos.
Quando e onde: o recurso ganhou visibilidade durante a Copa, com vitórias sobre Paraguai e Austrália, fortalecendo a atuação dos EUA na fase de grupos.
Por que importa: o sistema fornece dados que ajudam a decidir substituições, ritmo de jogo e posicionamentos, buscando maior eficiência física e tática.
Como funciona a Sportian Performance
A ferramenta vasculha imagens de vídeo e gera cerca de 3,5 milhões de dados por jogo, com mais de 600 métricas em tempo real, para apoiar decisões de treinadores, médicos e fisiologistas.
A análise inclui movimentação tática, ritmo, velocidade dos atletas e espaços entre defensores e atacantes, contribuindo para ajustes rápidos durante as partidas.
Essa abordagem facilita escolhas estratégicas, como acelerar o jogo, recuar ou marcar no campo adversário, com base em cenários observados ao vivo.
Sobre a Globant e o ecossistema esportivo
A Globant desenvolveu a Sportian Performance em parceria com La Liga Tech, fortalecendo atuação internacional no software esportivo.
O conselho consultivo da Globant reúne nomes de peso, como o ex-jogador Manu Ginóbili e o ex-capitão da seleção australiana de rugby George Gregan.
Impacto financeiro e recente desempenho
A Globant soma participação de mercado com valor estimado em US$ 1,5 bilhão, listado na Bolsa de Nova York (GLOB). Ações variaram entre US$ 30 e US$ 31 em junho.
O bom desempenho da seleção dos EUA na Copa pode ampliar o interesse de investidores, com espaço para valorização de ações e projetos tecnológicos associados.
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