A CBF chegou a quase fechar com Jorge Jesus em 2024, antes de optar por Carlo Ancelotti. Segundo apuração, as negociações com os dois treinadores ocorreram em paralelo durante maio, e a escolha recaiu sobre o técnico italiano.
Relatos indicam que Jesus esteve próximo de assumir a seleção, mas não aceitou o convite. Ele afirmou, em declarações posteriores, que poderia ter aceitado, mas priorizou outros projetos na época.
Detalhes dos bastidores
Em dezembro de 2024, o então presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, já avaliava a saída de Dorival Jr. O nome de Ancelotti era o preferido, mas não estava disponível. Naquela fase, representantes da CBF tiveram encontro com Jesus em Lisboa, ainda quando ele dirigia o Al Hilal, e houve acordo financeiro estratégico.
Jesus pediu tempo para aguardar o fim da participação do Al Hilal na Champions da Ásia, o que poderia ocorrer em maio. As conversas seguiram em janeiro, sem definição imediata, e Dorival Jr. permaneceu no comando.
Avanço com Ancelotti e desfecho
Em abril, a CBF retomou contato com Jesus, que reiterou a condição de só assumir após a Champions asiática. Paralelamente, emergiu a possibilidade de Ancelotti tornar-se disponível, o que levou a nova rodada de contatos com o Real Madrid. Diego Fernandes foi enviado para tratar de Ancelotti.
Em 2 de maio, Jesus foi demitido do Al Hilal, aumentando o peso das tratativas com a CBF. Ednaldo chegou a cogitar viagem a Portugal para fechar com o treinador, mas o acordo com Ancelotti avançou. O italiano foi anunciado oficialmente em 12 de maio e assina até 2030, consolidando a escolha da gestão da CBF.
Entre na conversa da comunidade