Carlo Ancelotti chegou exausto ao Hard Rock Stadium na noite de terça-feira, após quase três horas de atraso no voo de Newark para Miami. A delegação brasileira tentou adiar a entrevista, mas a FIFA manteve o cronograma.
O treinador italiano segue com foco na evolução da seleção, que perdeu o primeiro jogo para o Marrocos e venceu o Haiti, buscando manter a curva de crescimento na Copa do Mundo. A vitória sobre o Haiti elevou o ânimo do grupo.
Amanhã, Brasil encara a Escócia pelo Grupo C, no mesmo torneio. Ancelotti reconhece a qualidade do adversário e a força física das jogadas de cruzamento, especialmente em bolas aéreas.
Segundo ele, a base tática fica no primeiro tempo contra o Haiti, marcado por boa saída de bola e chegada ao ataque com qualidade. A ideia é manter esse padrão, com melhorias no meio-campo.
Sobre a escalação, o atacante Raphinha fica fora e o treinador não revela o substituto. Aposta interna recai sobre um driblador para ocupar a vaga, com Luiz Henrique como favorito para a posição.
Ancelotti também elogiou a Escócia, destacando a organização e o 4-4-2 comum. O treinador citou os meias McTominay e McGinn como referências e ressaltou a atenção às jogadas de bola aérea.
Ao final da coletiva, o técnico espanhol-by-italiano afirmou sentir-se honrado em comandar a seleção brasileira. Disse que o Mundial pode reservar bons momentos, independentemente do resultado.
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