A Fifa vai avaliar a permanência das pausas para hidratação em futuras Copas, apesar das vaias durante o torneio deste ano. A decisão de introduzir as interrupções ocorreu na Copa do Mundo e busca manter a igualdade esportiva entre as equipes.
O presidente Gianni Infantino defendeu as pausas, que acontecem na metade de cada tempo, e disse que elas podem acrescentar entretenimento. A entidade pretende analisar a experiência para futuros torneios.
Infantino explicou que as interrupções ajudam o descanso dos jogadores, que voltam com velocidade máxima. A Fifa vê o aumento da intensidade das partidas como um efeito positivo do formato adotado.
As pausas geraram críticas, com manifestações de descontentamento em estádios cobertos e com ar-condicionado, como em Atlanta. A Fifa sustenta que a medida é necessária para evitar vantagens entre equipes.
A Copa tem registrado altos índices de gols e atuações de estrelas, além de surpresas com Cabo Verde e Curaçao. A ampliação de 32 para 48 seleções é alvo de debate sobre a qualidade do torneio.
Infantino afirmou que as pausas não geram novas receitas, pois contratos anteriores já haviam sido firmados. Ele destacou que a mudança não resulta em ganho financeiro para a entidade.
Perspectivas e próximos passos
A Fifa disse que decidirá com base na experiência atual o que manter ou ajustar nas próximas Copas. A avaliação envolve impactos técnicos, comerciais e de satisfação do público.
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