A Inglaterra limitou a presença de WAGs durante a fase de grupos da Copa do Mundo, buscando evitar a repetição de episódios que marcaram versões anteriores. A base de treinos está em Kansas City, enquanto as famílias ficam em Miami, a cerca de 2.253 quilômetros.
Antes da competição, familiares receberam orientação de que só poderiam acompanhar os jogadores logo após as partidas. Diversos jornais britânicos reportaram essa restrição de logística e de contato com as seleções.
A comparação com a geração de Beckham e Rooney mostra um perfil diferente entre as esposas e namoradas. Hoje, muitos acompanham a delegação de forma mais discreta, priorizando os filhos e atividades em parques de diversões em Miami.
Histórico de restrições
A medida se fundamenta no trauma de 2006, quando a presença das WAGs em Baden-Baden gerou controvérsia e exposição midiática. Naquela ocasião, o circuito foi descrito como um grande circo por ex-jogadores.
O ex-zagueiro Rio Ferdinand chegou a qualificar a cobertura da época como excessiva, com foco em vestuário e passeios. A seleção tem evitado situações que lembrem esse clima de tabloide.
Logística e deslocamento
Até as oitavas de final, a Inglaterra terá cinco jogos em 17 dias, o que reduz o tempo de descanso. A equipe treinou no norte de Miami, em West Palm Beach, antes de seguir para os compromissos nos Estados Unidos.
A escolha de manter as famílias afastadas serve para manter a concentração da equipe. Segundo relatos, a decisão também envolve facilitar a agenda de treinos e jogos da seleção inglesa.
Situação atual e próximos passos
A Inglaterra entra na competição com base de treinamento nos EUA e partidas programadas entre junho e julho. O próximo compromisso ocorre no dia 23 de junho, contra Gana, às 17h (horário de Brasília), em Boston.
A preparação segue com foco na organização logística, para manter foco técnico e evitar distrações externas. O ajuste visa ampliar o desempenho da equipe nas fases decisivas.
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