O Brasil encara a Escócia nesta quarta-feira, 24, às 19h, no Hard Rock Stadium, em Miami, pela Copa do Mundo. O objetivo é definir qual caminho seguirá no mata-mata e manter vantagens logísticas.
Se a seleção terminar a fase de grupos em 1º lugar, a viagem continua nos EUA, com poucos deslocamentos entre estádios. Em caso de 2º lugar, o roteiro muda para Monterrey, no México, aumentando as distâncias.
Independentemente do resultado, já há trajetórias definidas para o Brasil. Hoje o Brasil lidera o Grupo C com quatro pontos e saldo de três gols, igualando Marrocos no desempate. A Escócia soma três pontos; o Haiti zerou.
Caminhos para o hexa
Como 1º colocado, o Brasil segue em Houston na segunda fase, com 2.582 km de distância. Das oitavas, a cidade seria Nova Jersey, e as distâncias subsequentes variam conforme as fases.
Como 2º colocado, a equipe atua em Monterrey, no México, com 3.312 km na segunda fase. Oitavas em Houston somam 2.582 km, quartas em Boston são 393 km, e as viagens seguintes chegam a 2.453 km até a semifinal.
Impacto logístico
O primeiro lugar evita deslocamentos adicionais em Nova Jersey, mantendo base e CT no estado. Caso avance com o segundo lugar, o país poderia passar a Longos períodos fora da base, com viagens mais frequentes entre cidades norte-americanas e os EUA.
Jogadores e comissão destacam a vantagem de manter a concentração em Miami e a residência no hotel de alto padrão. A equipe trabalha para manter a liderança por questões de logística, descanso e recuperação.
Paquetá reiterou que a meta é liderar, facilitando a recuperação e o tempo de treino. O discurso reforça a busca pela posição que minimize viagens e maximize o aproveitamento no pós-grupo.
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