O meio-campista Eduardo Ageu, do Hearts, prevê dificuldade para a seleção brasileira contra a Escócia nesta quarta-feira, em Miami. O jogo vale pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, com Brasil e Escócia buscando vaga na próxima fase.
Ageu, 24 anos, chegou à Escócia em 2025 após passagens por Portugal e pela base do Cruzeiro. Morando em Edimburgo, ele analisa o estilo defensivo dos escoceses e o papel do contra-ataque rápido, que pode complicar o Brasil caso o time brasileiro não abrir o placar cedo.
O brasileiro ressalta que a Escócia depende de alguns jogadores chave, como McGinn e McTominay, mas destaca que o conjunto trabalha bem na recomposição. O camisa 7 e o camisa 4 aparecem como referências, mas todos se ajudam dentro de campo.
Brasil em alta, segundo Ageu, com respeito naturalmente grande pelo elenco verde e amarelo. Ele aponta que entrar pressionando desde os minutos iniciais pode favorecer a equipe de Tite, lembrando a atuação contra o Haiti. A projeção dele é de vitória brasileira por 2 a 0.
Contexto dos adversários
A torcida da Escócia tem demonstrado entusiasmo nos Estados Unidos, com festas e cantos durante a Copa. Em Miami, fãs destacam o orgulho nacional e a rotina de acompanhar o time, mesmo com a distância da terra natal.
Ageu também comenta sobre a cultura local, citando a paixão pelo futebol e esportes no país. Ele observa pubs lotados e músicas que marcam a presença da torcida, além de tradições como a gaita de fole.
Na última temporada, o Hearts ficou em vice-lis na liga escocesa, a dois pontos do líder Celtics. O brasileiro convive com atletas de alto nível e segue como peça importante para o clube.
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