Estudo de estatísticos de várias universidades na Europa simulou 100 mil vezes a Copa do Mundo de 2026 para estimar as chances de cada seleção. O objetivo é entender a probabilidade de título a partir de dados recentes de partidas, formações e valores de mercado.
As simulações criaram versões alternativas do torneio, com caminhos diferentes para cada equipe. Resultados destacam o peso de um formato ampliado, com mais fases eliminatórias e 48 seleções. O objetivo é medir probabilidades, não prever campeões com certeza.
Espanha lidera, Brasil aparece em posição mediana
A Espanha é apontada como favorita, com 14,5% de chance de título. Inglaterra e França aparecem logo atrás, cada uma com 12,4%. Alemanha soma 11,2%, seguidas por Portugal (8,9%), Argentina (8,2%) e Holanda (5,6%). O Brasil fica em 8º, com 4,7%.
Os organizadores ressaltam que o índice de favoritas é próximo entre várias seleções. O estudo cita o novo formato da Copa, que influencia o equilíbrio entre equipes favoritas e surpresas. Pequenas variáveis podem alterar cenários nas simulações.
A metodologia combina dados de desempenho recente, avaliação de casas de apostas e desempenho de jogadores. Um modelo de aprendizado de máquina treinado desde 2006 alimenta as probabilidades de cada partida. O resultado é uma visão probabilística, não uma certeza.
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