A Alpine encerrou 2025 na última posição do Mundial de Fórmula 1 e, em meados de 2026, já lidera o pelotão intermediário, ocupando o quinto lugar no campeonato de construtores com 57 pontos em sete corridas.
A transformação veio pela estabilidade, não por grandes reformulações. O diretor administrativo Steve Nielsen assumiu as operações diárias e destacou que a maior parte da estrutura da fábrica já funcionava bem, exigindo apenas ajustes pontuais.
Para blindar a operação de pista, Flavio Briatore atua nos bastidores, influenciando decisões-chave. O acordo histórico foi fechar o programa próprio de motores e firmar parceria de fornecimento com a Mercedes. Nielsen cita o padrão de qualidade do fabricante alemão e o patrocínio milionário com Gucci para 2027.
O departamento técnico, sob David Sanchez, busca aproveitar ao máximo o teto de orçamento da Fórmula 1. A equipe reconhece deficiências administrativas que impediam grandes atualizações, mas mira evoluções pontuais para evitar desperdícios.
Desempenho recente
Mesmo com progresso em relação ao último lugar de 2025, a Alpine ainda fica a menos de 1 segundo por volta de equipes como Mercedes e McLaren, que usam o mesmo motor. A meta é evoluir sem gerar um carro inteiramente novo no meio da temporada.
A equipe enfatiza continuidade de desenvolvimento e disciplina operacional. A expectativa é manter a trajetória estável e reduzir distâncias com o pelotão da frente, mantendo foco no equilíbrio entre desempenho e recursos.
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