A seleção brasileira ainda não estreou na Copa do Mundo de 2026 devido a uma lesão na panturrilha de grau II. Neymar segue como dúvida para o último jogo da fase de grupos, com a possibilidade de entrar em campo apenas se estiver 100% recuperado. O técnico avalia o momento do atleta.
O episódio envolvendo Neymar ganhou palco político após declarações do presidente Lula, feitas em Belo Horizonte. Em tom de brincadeira, Lula referiu-se ao atacante como o primeiro convocado a cumprir atividades em home office, alimentando o debate sobre a participação do jogador.
A discussão levou o senador Flávio Bolsonaro a entrar no tema, nas redes sociais, apoiando Neymar e destacando a trajetória do atleta para o país. A polêmica envolve ainda críticas ao governo em relação a gastos públicos.
Contexto recente e motivações
Neymar não participou do primeiro jogo contra Marrocos, permanecendo no banco de reservas, com o uniforme ainda não utilizado. No segundo jogo contra Haiti, ele não viajou com a delegação, mantendo o foco na recuperação.
Historicamente, o apoio de Neymar a Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 já era público, o que intensifica as leituras políticas sobre o envolvimento do atleta com as famílias ligadas aos dois grupos. A relação entre o jogador e o politico é tema recorrente.
Repercussões e desdobramentos
Lula citou, em entrevista, um encontro de 2019 entre a família de Neymar e autoridades fiscais, relacionado a um possível débito tributário. A reunião, segundo a fala, trataria de esclarecer a cobrança de impostos, ainda em sigilo.
Ao longo do debate, não houve confirmação de que a situação de Neymar interfira na participação dele na Copa. A seleção segue com a avaliação médica para definir se o jogador entra em campo neste duelo decisivo.
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