O Wimbledon recebe nova etapa do protesto de tenistas de ponta, que buscam maior participação na receita de torneios do Grand Slam. O movimento envolve atletas masculinos e femininos de alto ranking, alinhados para pressionar mudanças contratuais. A reivindicação principal é ampliar a fatia de prize money, acima de 14,4% hoje. O objetivo adicional é fortalecer fundos de bem‑estar dos jogadores e criar um comitê de jogadores do Grand Slam.
A decisão ocorre um mês após a restrição de entrevistas pré-torneio na França, quando a reunião entre jogadores e organizadores não chegou a um acordo. A greve de mídia envolve também a limitação de declarações pós‑jogo durante o evento, e se estende até o fim da primeira semana de Wimbledon.
Detalhes do movimento
- Os representantes dos atletas mantêm o foco na participação de 16% da receita de premiação, frente aos 14,4% vigentes no Wimbledon.
- O All England Club anunciou, durante o Aberto de Paris, um aumento recorde de 20% no prize money, elevando o total para £64,2 milhões. O grupo de jogadores, porém, considera o avanço insuficiente.
- A programação da protesta envolve manter a limitação de entrevistas ao longo da primeira semana do torneio, de 29 de junho a 5 de julho, com foco em contatos restritos com detentores de direitos de transmissão.
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