A remada viking da seleção da Noruega ganhou as manchetes ao vencer Senegal por 3 a 2 na Copa do Mundo, impulsionando uma coreografia de torcedores liderada pelo capitão Martin Odegaard. A comemoração ganhou projeção mundial e já domina redes e rodas de conversa no país.
A iniciativa viral incluiu jogadores, comissão técnica e fãs em uma apresentação sincronizada após o apito final. Noruegueses tentaram convencer o próprio monarca do país a participar da tendência, que se tornou símbolo da fase de ascensão esportiva do time.
Enquanto a vitória eleva o astral, vizinhos observam outra reação. A remada viking gerou discussões sobre originalidade e semelhanças com movimentos de outras torcidas. A like de cada nova partida alimenta o debate sobre a repetição da celebração.
Reações na Suécia
Para a Suécia, a remada viking é vista como incômodo, não como novidade. Alguns jogadores disseram achar parecidos com o thunderclap islandês, ressaltando que a celebração pode soar repetitiva.
O zagueiro Gustaf Lagerbielke afirmou que prefere evitar o gesto, creditando a prática a escolhas de transmissão. Outro integrante da equipe sueca comentou que o recurso funciona para os noruegueses, embora canse aos demais.
Reação da Dinamarca
Na Dinamarca, a euforia norueguesa é vista com ceticismo e competitividade. Um articulista avaliou que o fenômeno pode se aproximar de uma “boa natureza agressiva” do futebol nórdico, mas admitiu que a torcida norueguesa está em alta.
O texto no tabloide local destacou o peso da pressão regional sobre a Dinamarca, que não avança para o mata-mata e observa o desempenho vizinho com ambição. O tom traduz a rivalidade histórica entre as seleções.
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