A 23 vezes campeã de Grand Slam, Serena Williams, recebeu o convite final para o torneio individual feminino de Wimbledon deste ano, definido pela comissão do All England Club após a tenista deixar claro o desejo de retornar à Quadra Central, onde já reinou.
Serena se torna a grande estrela do evento, em que já conquistou sete títulos de simples e seis de duplas ao lado da irmã Venus, com quem formará novamente dupla nesta edição.
A expectativa envolve também a disputa pela regulamente de Grama, com Aryna Sabalenka buscando o primeiro título, a defesa de Iga Swiatek e a atenção britânica voltada para outras favoritas, sem tirar o foco da ex-número um.
Desde a derrota na primeira rodada de Wimbledon há quatro anos para Harmony Tan, a jogadora se ausentou dos principais torneios e fez uma despedida no US Open pouco depois, iniciando uma fase de distância do circuito.
Antes de reaparecer no Queen’s Club, em duplas com Victoria Mboko, Serena expressou o desejo de que suas filhas Olympia e Adira a vissem atuar, reforçando o papel da volta no cenário pessoal e esportivo.
A atleta tem usado um medicamento para emagrecimento à base de GLP-1, o que gerou debates sobre desempenho e regras antidoping. Analistas apontam que a prática pode considerar redução de peso para treinos mais eficientes.
A guinada no retorno é vista como um impulso para organizadores, fãs e a televisão, com expectativa de que Serena, se competir ao mais alto nível, acabe inspirando mais do que apenas resultados em quadra.
A possibilidade de igualar o recorde de Margaret Court com 24 títulos de Grand Slam em simples eleva o impacto da volta, para além de resultados imediatos, colocando Serena como destaque do torneio.
Comentando o retorno, ex-número quatro do mundo afirmou estar curiosa para ver a evolução da jogadora, o movimento e o saque, ressaltando a confiança que Serena transmite e a capacidade de competir entre as melhores.
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