A Ferrari acelerou o desenvolvimento de seu motor para o GP da Áustria, enquanto a Mercedes acompanha o ritmo da equipe italiana. George Russell considera Lewis Hamilton uma “ameaça real” ao campeonato de pilotos, após a classificação para o GP da China.
O britânico ocupa o 3º lugar no mundial de pilotos, atrás do líder Kimi Antonelli, que tem 41 pontos a mais. Na classificação de equipes, a Ferrari aparece 72 pontos atrás da Mercedes, mesmo com motor menos potente. A equipe italiana busca equilíbrio e confiabilidade.
Na avaliação de Russell, a performance de Hamilton nas últimas corridas mostra que o piloto continua competitivo, exigindo ajuste fino da equipe e dos pneus para extrair o máximo. A Ferrari é apontada como ameaça relevante, especialmente pelo ritmo de desenvolvimento.
Avanços da Ferrari e cautela na Espanha
A diferença de velocidade em retas, apontada como ponto fraco da Ferrari, recuou com mudanças aerodinâmicas apresentadas em Barcelona. A equipe espera manter o crescimento com a nova unidade de potência prevista para a Áustria, mas admite que o ganho pode não igualar o desempenho da Mercedes em todos os circuitos.
O que se espera é um avanço de oito a nove décimos no carro italiano até aqui, segundo estimativas internas. Entretanto, grande parte do orçamento já foi utilizado e pacotes futuros devem ser menos significativos. A Mercedes, por sua vez, prepara a segunda grande atualização.
Perspectiva de equipe e ajuste de confiabilidade
Para Russell, a disputa interna com Antonelli pode se tornar mais aberta se a Ferrari se aproximar, exigindo ajustes contínuos na Mercedes. Após a tensão vista na Espanha, a Mercedes manteve uma linha de contato com o time para evitar repetição de ocorrências de disputas com terceiros.
Antonelli, que vem de um abandono após o motor parar, afirma que a Mercedes trabalha com atualização de confiabilidade que estreia neste fim de semana. A equipe busca manter a consistência e reduzir falhas que comprometam o desempenho na temporada.
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