Matheus Cunha se consolidou como peça-chave do Brasil de Carlo Ancelotti, mesmo sem atuar como estrela. Em resumo da visão de quem analisa, o atacante participa do funcionamento tático que sustenta o time. Cunha tem três gols na Copa, mas a leitura é de utilidade coletiva.
A avaliação enfatiza que o time ganhou clareza com três atacantes e três meio-campistas. Cunha atua de forma híbrida, oferecendo liberdade a Vinícius Júnior e surgindo para finalizar quando surge a oportunidade.
Segundo a análise, o Brasil passou a ter um desenho com um lateral mais preso e o outro apoiando, além de atacantes que aceleram o ritmo e pressionam a saída adversária. Cunha aparece como elo entre ataque e meio-campo.
Análise dos especialistas
Vinícius Júnior aparece como figura de destaque, apontam os comentaristas, e Cunha é visto como peça que viabiliza o conjunto. A leitura comum é de que a estratégia favorece o camisa 10, mas exige equilíbrio no meio.
Mauro Cezar Pereira comenta que a pressão não é ainda intensa o suficiente, e que o novo esquema favorece Vinícius. A ideia é manter o caminho para o mata-mata com ajustes.
Juca Kfouri reforça a importância da pressão dos atacantes, citando Rayan como elemento que recupera bolas e sustenta o ritmo. A observação é de evolução contínua do encaixe tático.
José Trajano ressalta a evolução jogo a jogo, com Rayan aberto e Cunha em papel híbrido, ajudando o Vini Júnior e protegendo o meio. O grupo aponta que Ancelotti encontra o time.
Entre na conversa da comunidade