O caso ocorreu durante a Copa do Mundo entre México e República Tcheca, nesta quarta-feira, no estádio Azteca, na Cidade do México. A torcida mexicana entoou um grito considerado homofóbico, em meio ao primeiro tempo da partida, sem que o árbitro interrompesse o lance. Jornais e agências constataram o momento em que o goleiro adversário Maej Kovar cobrou o tiro de meta aos 10 minutos.
O episódio se soma a uma sequência de cantos homofóbicos envolvendo a torcida mexicana nos últimos anos, que resultaram em sanções da Fifa. Em junho, o tribunal da entidade ratificou duas multas, totalizando 176 mil dólares, aplicadas pela prática em jogos da seleção. A cobrança ocorreu mesmo diante de campanhas da federação local para educar torcedores sobre o tema.
Multas da Fifa e reação
A federação mexicana afirmou ter feito os maiores esforços para educar, prevenir e erradicar esse tipo de expressão. Segundo a Fifa, as sanções servem para reduzir condutas que ofendem grupos vulneráveis durante as partidas. Outras partidas recentes também registraram ações disciplinares relativas a cantos homofóbicos.
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