O Brasil duelará com o Japão nas oitavas de final da Copa do Mundo, na próxima segunda-feira, 29, em Houston. O jogo marca uma revanche após a derrota por 3 x 2 em amistoso disputado em outubro de 2025 e funciona como teste para o trabalho de Carlo Ancelotti desde a passagem pelo Real Madrid.
Ancelotti assumiu com a tarefa de transformar uma equipe instável em candidata ao título. Ao longo de 2025, o Brasil passou por mudanças técnicas e de elenco, buscando consolidar um estilo de jogo melhor em The, com menos oscilações e mais consistência.
Confronto de mata-mata e mudanças relevantes
O Japão chega com baixas no elenco devido a lesões: Wataru Endo, Kaoru Mitoma, Takefusa Kubo e Takumi Minamino ficaram fora de ações. O treinador Hajime Moriyasu busca manter o foco apesar das adversidades, em busca de vitória que repita o feito de 2025.
O Brasil também apresenta mudanças. A defesa que atuou em Tóquio não aparece mais na convocação recente, e a equipe tem mostrado evolução desde a estreia em 1 x 1 com Marrocos. Vinicius Jr. anotou quatro gols; Neymar retornou após longas lesões.
O duelo carrega um peso histórico para o futebol japonês, que teve relação marcante com Zico, ícone brasileiro que ajudou a moldar o futebol japonês. Brasil e Japão tendem a buscar equilíbrio e garra para avançar.
As duas seleções chegam em condições diferentes, mas com o foco em manter a consistência em jogo de alto nível. A decisão coloca frente a frente estilos e histórias que prometem um confronto equilibrado em Houston.
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