O debate entre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo como rivais diretos perdeu força a partir de 2022, avalia o comentarista Gabriel Sá no Fim de Papo, do Canal UOL. A observação vem após a vitória da Argentina sobre a Jordânia, com Messi marcando novamente e estabelecendo um recorde.
Para Sá, o desempenho recente do camisa 10 revela uma mudança de postura e de ambiente. Messi teria voltado com mais leveza à seleção argentina, depois de ter cogitado a aposentadoria após fases ruins na Copa América.
O comentarista destaca que o peso das cobranças não diminuiu o impacto do jogador em campo, mesmo quando surgem falhas. Segundo ele, os méritos de Messi persistem e ele continua a justificar suas posições de destaque.
Paulo Massini incorpora a visão de que o efeito de Messi na Copa do Mundo de 2026 vai além de números. O comentarista aponta a concentração mantida mesmo em jogos de menor exigência, como uma classificação já assegurada.
Massini também ressalta o que chama de paradigma quebrado: Messi chegou ao Mundial atuando na MLS, liga considerada menos competitiva, e mesmo assim chega ao topo com leitura de jogo e visão excepcionais.
Para Gabriel Sá, o recorde de gols em jogos consecutivos da Copa de 2026 aparece como consequência natural do desempenho, não como objetivo. O talento de Messi, segundo ele, tende a se manter em alta de forma orgânica.
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