Entre os primeiros dias de Wimbledon, os jogadores de ponta limitaram suas entrevistas a 15 minutos, mantendo o foco no pedido por uma fatia maior da receita do torneio para financiar prêmios, pensões e bem‑estar dos atletas. Jannik Sinner e Aryna Sabalenka, líderes do ranking, estiveram à frente da ação. Jessica Pegula também sinalizou que as manifestações devem continuar na semana inicial.
Aldermen e ligas ligas observaram que a medida segue a linha de protestos iniciada no Grand Slam francês, com objetivo de pressionar as organizações a revisar a distribuição de renda. Ontem, Wimbledon elevou o total do prêmio deste ano para 64,2 milhões de libras, movimento que os atletas interpretam como insuficiente frente às promessas feitas.
Ao longo do dia, Sinner manteve uma coletiva regular de cerca de 10 minutos, destacando que a questão não é apenas financeira. Sabalenka encerrou rapidamente a sua sessão, ressaltando que a fatia de receita tem se mantido estável nos últimos anos e que o movimento visa beneficiar jogadores com menor ranking, incluindo custos de contratação de treinador.
Novak Djokovic não participou do protesto em Wimbledon, repetindo que não faz parte da iniciativa atual. A organização do torneio informou que a participação dos jogadores não altera o apoio financeiro que a competição já oferece ao tênis no Reino Unido.
Próximos passos apontam para a continuidade da mobilização, com a expectativa de que atos semelhantes ocorram no US Open, programado para agosto. A avaliação entre os atletas é de que a união na mídia reduz a necessidade de compromissos adicionais, mantendo o foco nas negociações com as ligas e as entidades de gestão do circuito.
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