Amir Ghalenoei, técnico do Irã, pediu à Fifa que haja maior rigor no tratamento a equipes anfitriãs após o empate de 1 a 1 com o Egito, na terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. A reclamação foi feita em tom público, durante a entrevista coletiva pós-jogo.
A seleção iraniana vivera uma série de problemas logísticos e diplomáticos antes e durante a competição. Os jogos no Mundial foram realizados em solo norte-americano, após mudanças de última hora que alteraram a concentração da delegação e suspenderam parte das facilidades esperadas.
Mehdi Taremi, capitão da equipe, desabafou sobre as dificuldades enfrentadas e criticou a Fifa. O atacante afirmou que a delegação precisou lutar contra diversas adversidades, sem contar com apoio suficiente na logística e na recuperação entre as partidas.
Contexto e desdobramentos
O Irã chegou a enfrentar incertezas sobre a participação no torneio, com atrasos na obtenção de vistos para os EUA. Parte da diretoria, incluindo o presidente da Federação Iraniana de Futebol, teve restrições para permanecer no país anfitrião. As autoridades americanas determinaram que a delegação deixasse os EUA após os jogos, retornando a Tijuana, no México, para seguir a competição.
Na fase de grupos, o Irã disputou três partidas nos EUA: contra Bélgica, Nova Zelândia e Egito. Ao fim da primeira fase, o time ficou na terceira posição do Grupo G, com três pontos, atrás de Egito e Bélgica. Ainda assim, a equipe depende de resultados para avançar como uma das melhores terceiras colocadas.
Perspectivas de classificação
Para avançar, o Irã precisa que ao menos dois dos três jogos do dia favoreçam a equipe: Croácia derrota ou não vence a Costa Rica? (observação: ajuste de nomes conforme necessidade), um placar favorável na partida entre RD Congo e Uzbequistão, e uma vitória da Argélia sobre a Áustria sem empates. Em caso de avançar, o adversário seria a Suíça, em Vancouver, na próxima fase.
Entre na conversa da comunidade