O Uruguai foi eliminado na fase de grupos da Copa do Mundo, após empate com Arábia Saudita e Cabo Verde e derrota para a Espanha. A atuação da Celeste foi fortemente criticada pela imprensa e torcedores. A crise interna, segundo relatos, envolveu o comandante Marcelo Bielsa.
A reunião entre líderes do elenco e a comissão técnica ocorreu às vésperas do jogo decisivo com a Espanha. Questionamentos sobre a carga de treinos e a estratégia para o confronto teriam alimentado o descontentamento no vestiário. Bielsa teria reagido de forma tensa.
Após a derrota, a delegação uruguaia enfrentou problemas para retornar ao país. A Associação Uruguaia de Futebol informou que o voo fretado para Montevidéu seria cancelado, e que os 26 jogadores retornariam em voos comerciais por conta própria.
A nota oficial da entidade negou o passageiro voo de retorno, mas confirmou a opção por voos comerciais. O episódio soma-se à desclassificação precoce e aos conflitos internos relatados pela imprensa local.
Conflito no vestiário
Segundo apuração, a tensão interna ganhou força com acusações de tentativa de afastar Bielsa. A situação ocorreu antes do jogo decisivo e, após a derrota, ganhou ainda mais destaque na cobertura esportiva uruguaia.
Retorno da delegação
A escolha por retornos independentes de Montevidéu apontou para dificuldades logísticas. Ainda não há confirmação de novidades sobre o comando técnico ou mudanças no elenco para futuros compromissos da seleção.
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