Os atletas que disputam a Copa do Mundo de 2026 aparecem com coletes ou tops por baixo dos uniformes. A peça, que parece um sutiã, é usada para coletar dados individuais em tempo real.
Os dados incluem velocidade, batimento cardíaco e oxigenação. Também são registrados o trajeto percorrido no campo e a distância total, com acesso para treinador e equipe técnica durante e após as partidas.
Essa tecnologia permite a construção de estatísticas para melhorar o rendimento. Perguntas como qual formação favorece determinado jogador ganham embasamento em dados objetivos.
Utilidade prática para tática e recuperação
Os coletes ajudam a definir esquemas táticos e a identificar jogadores com características semelhantes. Também orientam decisões sobre substituições e posicionamento durante o jogo.
Além do desempenho em campo, o equipamento auxilia na recuperação de lesões. Dados sobre resposta ao tratamento ajudam a escolher entre recuperação rápida ou métodos mais tradicionais.
Os dispositivos não se restringem a jogos oficiais; são usados também em treinamentos. No Brasil, clubes de elite utilizam a tecnologia há mais de uma década, com aplicação crescente em seleções.
Entre na conversa da comunidade