O Irã foi eliminado da Copa do Mundo de 2026 em uma virada dramática que ocorreu nos acréscimos da última rodada da fase de grupos. A equipe precisava apenas de vitória sobre o Egito para avançar, ou de um empate para manter vivo o sonho em seus parâmetros. A partida terminou empatada em 1 a 1, após o Iran ter visto um gol anulado pelo VAR no final.
Nos momentos finais, o Irã chegou a comemorar um gol de Shoja Khalilzadeh, mas o lance foi invalidado por impedimento. Ainda houve gols cancelados e uma última bola no travessão persa, mantendo a incerteza até o último instante. O desfecho tirou o time da possibilidade de avançar como um dos melhores terceiros colocados.
A eliminação veio junto de um desfecho controverso na outra partida do grupo, em que a Argélia empatou com a Áustria nos acréscimos. O resultado abriu passagem para que a Áustria avançasse, eliminando o Irã da competição. O golpe final aconteceu aos 48 minutos do segundo tempo, com gol de Kalajdzic para o empate austríaco.
Drama também fora de campo
O Irã enfrentou dificuldades logísticas para disputar as três partidas em solo americano, com alterações de base de treinamentos e exigência de entradas rápidas no país. A equipe precisou deixar o Arizona e seguir para Tijuana, no México, com retorno programado apenas na véspera das partidas.
O capitão Mehdi Taremi criticou a situação após o empate com o Egito, alegando que as viagens prejudicavam a recuperação dos jogadores. O treinador Amir Ghalenoei também havia reclamado das condições, afirmando que a seleção era reprimida no Mundial. As críticas ocorreram em meio a tensões políticas entre Irã e Estados Unidos.
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