O Brasil encara o Japão no meio-dia local de Houston, Texas, pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026. O jogo ocorre em um estádio com teto retrátil e climatização, no NRG Stadium, para evitar o calor. A partida segue horário local para facilitar a transmissão global.
A preparação brasileira não depende mais do calor. Em Houston, o estádio pode ser fechado caso as temperaturas subam ou haja tempestade, mantendo condições estáveis para jogadores e torcedores. O time viajou na semana para a cidade-sede do confronto.
A seleção treinou, porém, na sexta-feira, em Morristown, Nova Jersey, já visando a logística de jogo. O aquecimento começa às 10h locais, com alimentação ajustada para um café da manhã mais reforçado. O treino de véspera ocorreu na véspera da partida.
Mudança de cenário desde 1994
Em 1994, a final foi disputada às 12h30, na Califórnia, sob calor intenso. A mudança de fuso e clima influenciou a organização da Copa na época. Para 2026, a FIFA evitou horários tão cedo em cidades quentes, favorecendo a logística e a segurança.
A escolha de base para o Brasil também reflete esse cuidado. Em 1994, a Costa Oeste foi preferida por técnicos e dirigentes, enquanto em 2026 a seleção ficou em Morristown, com base em instalações próximas ao estádio. O objetivo é reduzir impactos climáticos.
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