O atacante Neymar voltou a disputar a seleção brasileira após três anos ausente e atuou como reserva em apenas uma rara situação desde 2010. Em 16 anos vestindo a amarelinha, o camisa 10 foi titular com regularidade até ser iniciado como banco apenas seis vezes.
Na última quarta-feira, contra a Escócia, Neymar ficou no banco pela sexta vez em sua carreira pela equipe principal. A mudança de status veio após período de recuperação de lesão na panturrilha, com ritmo ainda sendo retomado.
O técnico Carlo Ancelotti explica a nova realidade: Neymar está readquirindo ritmo, apesar de já estar em boa forma física. O jogador mostrou comprometimento e pode atuar como opção no duelo do Brasil contra o Japão, pela segunda fase, nesta segunda-feira.
Além do aspecto físico, o treinador ressaltou a influência de Neymar no vestiário, contribuindo com experiência e apoio aos jovens. O entrosamento entre o atleta e a comissão técnica também é elogiado pela comissão.
A vitória brasileira por 3 a 0 na última rodada sustenta a tendência de manter a escalação atual. O retorno de Neymar ocorre em função de ajustes de ritmo e da necessidade de preservar a recuperação muscular, segundo a comissão.
Nesta fase, o Brasil encara o Japão, adversário com quem Neymar já tem histórico de gols em cinco jogos, somando nove marcados. O camisa 10 volta a enfrentar o rival, mantendo a expectativa de reagrupar o time com a experiência dele.
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