O Uruguai encerrou sua participação na Copa do Mundo de 2026 sem vencer e terminou entre os eliminados na fase de grupos. A Celeste ficou em 37º lugar entre 48 seleções, sendo a única equipe da Conmebol a não avançar ao mata-mata. A campanha contou com dois empates e uma derrota, frente à Espanha, na última rodada.
O desempenho em campo ficou abaixo das expectativas associadas ao elenco treinado por Marcelo Bielsa. O time teve dificuldades para transformar posse de bola em chances claras, atuou de forma ofensiva pouco constante e mostrou falhas defensivas em momentos decisivos. Relatos apontam desgaste entre comissão técnica e jogadores durante o torneio.
A eliminação ocorre em pleno formato ampliado do Mundial, que contou com 48 seleções e 32 vagas para as oitavas. Mesmo com mais vagas, o Uruguai não conseguiu terminar entre os melhores terceiros colocados. A desclassificação reacende debates sobre o futuro do ciclo do treinador Bielsa.
Entre os eliminados, o Irã teve a melhor campanha, com três empates e invencibilidade até a definição por critérios da FIFA. O lance decisivo envolvendo o Irã ocorreu por um impedimento mínimo em jogo contra o Egito, anulado pelo VAR.
Na mesma leva de eliminações, a Turquia gerou frustração ao perder os dois primeiros jogos, mesmo criando mais oportunidades que os adversários. A vitória sobre os Estados Unidos na última rodada não foi suficiente para evitar a prisãoeria da fase seguinte.
Entre os anfitriões da decepção, o Iraque terminou em pior posição entre as seleções eliminadas, com três derrotas consecutivas e saldo de -11. O Panamá encerrou a participação sem marcar gols, sendo a única equipe entre as 48 a não balançar as redes na fase de grupos.
Curaçao destacou-se como surpresa discreta, ao sair da competição com um empate contra o Equador e um gol marcado, mantendo-se à frente de seleções tradicionais. A participação da menor nação já a tornar a Copa uma experiência positiva, mesmo com a eliminação precoce.
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